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Vidro molhado.

    Noite de quase fim do outono, daquelas que contam com chuva suave; pingos, ao cair, umedeciam as pontas dos meus cabelos e, unidos à brisa anunciante do inverno, gelavam meu casaco e minhas mãos ao passo que dificultavam minha meta de fim do dia: desfrutar de um bom, e raro,  Cohiba, às margens do Danúbio. Acrescento ainda que, naquele momento, mais do que nos últimos dias dessa minha conturbada semana, se é que isso era possível, o mesmo encontrava-se especialmente bonito. Fluía caudaloso e imponente, como naturalmente o é, eternizado em minha memória pelos enfeites das luzes amareladas que reluziam na correnteza, partindo das formosas pontes, cuja função, há tempos, é unir aqueles dois pedaços de terra que encontram-se em eterno desencontro. Era cena capaz de tirar o fôlego de qualquer um, em especial tratando-se de sujeito romântico, como eu pensava que o era e, verdadeiramente, ainda penso que o sou. Tal vista noturna tornava-se ainda mais ímpar graças à lua em s...

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Pise na grama.

Desierto húmedo.

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Se soubéssemos.

La Región de Schrödinger.

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Olho Nu. Olho.

À viagem que não fiz.

¿Un Marco Transversal?